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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Red Dead Revolver ( analise )

Analise: Red Dead Revolver


Lançamento: 04 de Maio de 2004
Plataformas: PS2, Xbox
Desenvolvedora: Rockstar San Diego
Distribuidora: Rockstar Games
Gênero: Ação/Tiro em 3º pessoa
Multiplayer Local: Sim


Read dead Revolver foi o primeiro game para o console da Sony baseado no faroeste e talvez o único que fez jus o estilo “Bang Bang” com uma jogabilidade fácil e a implementação de um de espécie de Bullet time aqui chamado de Dead Eye que faz com que o jogador acerte vários inimigos de uma vez ou acerte um inimigo em vários pontos do seu corpo read dead revolver cativou vários jogadores fãs do gênero, Seu personagem é Red um caçador de recompensas que teve sua família assassinada quando era criança e agora esta atrás de vingança durante sua jornada o jogador passará por varias partes que lembram grandes filmes do faroeste como perseguições a cavalos combates sob trens e não podiam faltar os famosos duelos, então preparasse para embarcar nesse titulo em um cenário que tudo se resolvia a bala!!!
Toda vingança tem sua origem....

O jogo começa com red treinando com seu pai como atirar essa parte do game serve como um tutorial para o jogador aprender os controles do game que não são nada difíceis após as cenas da morte horrível de sua família Red é deixado para morrer no deserto mais é ajudado por um índio alguns anos depois o jogo apresenta Red mais velho um típico caçador de recompensa que a única recompensa que ele mais queria era a mortes dos culpados de causar a morte de seus pais.


Assuntos resolvidos a bala!!!!
O Clima de “Bang Bang” é extremamente presente em red dead revolver logo na segunda missão o jogador será apresentado ao dead eye em que red pode marcar e acertar o inimigo a onde quiser esse artifício será muito útil durante a jornada de red ex: o jogador pode atirar na mão do inimigo fazendo com que ele largue a arma a ou até fazer com que o cowboy molambento de umas sapateadas atirando próximo de seus pés ou dar um tiro certe Ito no meio de sua testa acabando com a brincadeira esse artifício e usando também nos famosos duelos, o game também possui um sistema de cobertura apesar de ser um pouco falho ajuda em algumas partes.

Um Caçador de recompensas....
Read dead revolver não é um game de mundo livre como Gun mais tem seus momentos de liberdade (apesar de ser muito raro) como na cidade o jogador e livre para ir às lojas comprar atributos para red como cintos de munição inclusive armas entre outras coisas, a historia do game é bem linear mais para progredira o jogador passará por fases quem não possuem nada a ver com a historia principal essas fases, Red precisa capturar alguém para o Xerife exercer sua “profissão” Caçar procurados essas missões muita vezes são bem legais ou podem ser até difíceis mais a dificuldade do jogo não é de se preocupar até nos níveis mais difíceis ela só é realmente um empecilho quando se quer conseguir o rank excelent mais nada que alguns dias de pratica que façam você virar o gatilho mais rápido nos vídeo games.

Jogando com Amigos e inimigos...
Outro fator que é interessante e a possibilidade de o jogador controlar outros personagens até mesmo personagem do mal se é que podemos dizer assim, alguns personagens que controlamos são uma rancheira pra lá de corajosa o índio que salvou sua vida e até um mal humorado general Mexicano todo esse personagem possuem habilidades únicas e diferentes de Red.

Um verdadeiro “Bang Bang” nos vídeo games.
Tivemos apenas dois títulos no eterno PS2 que se passaram no antigo oeste americano RDR e Gun ( Darkwatch não conta, pois não retrata bem digamos assim o faroeste ) mesmo com que o game da actvison tendo gráficos melhores tendo um mundo aberto e possuindo mais partes de montaria do que Red dead Revolver o game da Rockstar e muito melhor no que se diz respeito a Historia e um faroeste legitimo com duelos com malfeitores em cidades fantasmas e tudo mais a rockstar soube pegar todo o espírito dos velhos filmes de faroeste e colocá-los em Read dead Revolver com maestria a trilha sonora também lembre os velhos filmes de bang bang a sonoplastia não e fenomenal mais faz seu papel. E temos que agradecer a rockstar, pois se não fosse ela Read dead revolver nunca veria o sol escaldante do velho oeste, pois a game foi anunciado pela capcon que acabou sendo cancelado pela própria empresa e graças à rockstar foi comprando e acabou sendo um dos melhores games de faroeste do PS2 e teve sua continuação na atual geração Red Dead Redemption que foi até considerado o melhor game de 2010 apesar de não ter nada haver com a historia de Read dead revolver a idéia saiu desse jogo.

Temos problemas , parceiro.
Bem, apesar da Rockstar ter colocado magistralmente o estilo do faroeste em Red dead revolver o game não escapa de probleminhas o principal deles são os gráficos, mesmo que o game seja antigo não tem explicação porque as moldagens dos personagens e sombras estão tão simples já que games lançados nessa época já nos deixavam com o queixo caído, outro problema se dá por causa da desenvolvedora ter tentado de todo o jeito transmitir que o game saiu de um filme velho de Bang Bang usando e abusando de tons amarelados nos filtros de imagem a dificuldade do jogo também é muito baixa pra falar a verdade quase nula dificilmente um jogador experiente terá problemas para concluí-lo até nas dificuldades mais difíceis.
Read Dead Revolver e um game Eterno???
Para os fãs de faroeste sem duvidas nenhuma, mais para os jogares que não gostam muito do estilo é um game que poderão achar descartável e horrível principalmente por causa de seus gráficos pobres e sua dificuldade praticamente nula, mais RDR tem seus pontos altos sua historia apesar de nada inovadora tem muito mais haver com o velho oeste do que games como o Gun da activision o efeito Dead eye também é excelente, então se você é fã dos velhos filmes de faroeste e não e muito exigente com gráficos com certeza ira desfrutar desse jogo que é o melhor jogo relacionado ao faroeste lançado no PS2.
Notas:
Diversão: 9,5
Jogabilidade: 8,5
Gráficos: 7,5
Áudio: 8,5
Nota Final: 8,5

007 evernothy our nothing

Analise: 007 Everything our Nothing

Lançamento: 17 de Fevereiro de 2004

Plataformas:, PlayStation 2, Xbox, Gamecube e Game Boy Advance
Desenvolvedora: Electronic Arts
Distribuidora: Electronic Arts
Gênero: Ação/ tiro em terceira Pessoa

Multiplayer local
: Sim
Online: Sim

Desde 007
GoldenEye lançado para o Nitendo 64 nenhum outro game da franquia ficou realmente bom (pra falar a verdade nem chegou perto disso) mais a EA apostou TUDO nesse jogo e ficou sem dever NADA nesse game do agente mais famoso do mundo com uma historia independente já que o jogo não se baseia em nenhum filme mesmo que a EA possuir direitos sobre os 20 filmes do agente, Ela optou por um enredo próprio, e o interessante é que a historia foi bolada por uma equipe de Hollywood a partir de um roteiro de um possível filme do agente, Então nessa jornada de Bond prepare-se para viver uma das mais empolgantes aventuras do gente com permissão para matar no PS2 e umas das mais fieis aos filmes com direito a voz digitalizada do ator Pierce Brosnan que interpretava o agente na época, velhos e novos inimigos de Bond, condução de veículos tanto terrestres e aéreos, perseguições alucinantes e todos os apetrechos de espionagem do agente mais famoso dos cinemas.

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007 Everything our Nothing (Tudo ou Nada) tem todo aquele charme de grandes produções de Hollywood e, é fielmente igual aos filmes de James Bond até pelo jeito que o game é apresentado ao jogador assim q você colocar o Jogo no console o game já rodará uma cena com Bond infiltrado no meio de terroristas isso mesmo você não verá menus essa já é a primeira missão assim que concluí-la aparecera àquela clássica abertura dos filmes com uma ótima musica da cantora Mya que inclusive faz até uma participação no game como uma das famosas Bond Girls.
Agora sim você será apresentado aos menus, só agora você passara por um tutorial do game que é aconselhado a prestar muita atenção, pois sua jogabilidade não é das mais fáceis.
Depois de terminado começara sua odisséia pelo mundo contra o terrorismo como já é de praxe nos filmes do herói você passara por inúmeros lugares do mundo como Vale dos Reis no Egito, por uma fortaleza montanhosa no Peru e pelo bairro francês de Nova Orleans, nos EUA etc., tudo isso no estilo James Bond com perseguições aéreas e terrestres e com inimigos clássicos como o Jaws (aqui no Brasil Boca de lata) e o mais novo inimigo do agente Nikolai Diavolo interpretado por
Willem Dafoe duende verde (Homem Aranha) alem da cantora Mya como Bond Gril outras beldades que aparecem são: Shannon Elizabeth (American Pie) viverá Serena St. Germaine a top model Heidi Klum vai interpretar a maligna Katya Nadanova isso deixa o game com uma verdadeira cara de superprodução de cinema e todos eles com uma fidelidade impressionante aos atores reais sem conta com os famosos “Bond moments” aqueles momentos tipicamente James Bond em que o agente faz loucuras para salvar alguém ou maluquices arriscando sua própria vida como pular de um penhasco para salvar um Bond Girl ou subir num avião que esta prestes a decolar usando sua moto e ate ocasiões em que Bond aproveita para “apalpar” uma mulher que esta numa mesa de massagem tudo isso com o jogador controlando o agente.





Meu nome e Bond ... James Bond



Preparado para Tudo: Espionar, Matar e Escapar!... Não necessariamente nessa ordem.
Para combater o terrorismo você terá e fará de tudo para impedir Nikolai Diavolo de conqusitar o mundo alem de armas de fogo Bond contara com carros equipados com armamentos pesados motos que possuem lancha chamas pelas laterais, apetrechos de espião não faltam como um gancho magnético que é usado para subir paredes ou descer lugares altos, visão de calor, uma arma de dardo tranqüilizante que é extremamente útil, uma aranha robô que também atira dardos tranqüilizantes e pode até ser usada como explosivo essa aranha talvez seja um dos apetrechos mais legais e úteis, pois com ela Bond pode fazer o reconhecimento do lugar e com isso conseguir informações privilegiadas como: qual é posição dos inimigos ,quantos inimigos são, como eles se locomovem, qual é o tipo de armamentto que eles possuem e com essas informações fazer estrategias mais elaboradas, outras engenhocas que o agente possue são: um carrinho de controle remoto para utilizar em algumas missões e até mesmo um dispositivo que deixa Bond temporariamente invisível isso vale para seu carro também tudo isso construído pelo carismático Dr. Q engenheiro da M16 organização britânica para qual James Bond trabalha.
Alem das armas e apetrechos, Bond possui golpes corpo a corpo que são extremamente úteis se usados corretamente por isso e tão importante que o jogador preste muita atenção no Tutorial.
Adicionar imagem
Missões de Espionagem para um espião nada silencioso.
As missões são estruturadas da seguinte forma objetivos primários e secundários jogando na dificuldade mais fácil você só precisara fazer os objetivos primários, agora jogando nos modos mais difíceis você será obrigado a completar os objetivos secundários deixando o game mais desafiador.
Como todos sabem Bond não é um exemplo de espião que entra e sai dos lugares sem ser notado apesar de algumas fases você terá que fazer sem ser visto, não serão todas muitas delas você pode simplesmente sair atirando como um louco ou também preferir ir com cautela Ex: Numa fase Bond precisa entrar num bar sem ser notado talvez essa missão seja a mais próxima de espionagem, pois se verem você e o alarme tocar a missão falhara. outras nem tanto como a fase da mina no Peru você pode até concluí-la sem ser visto mais não e extremament
e necessário. Isso deixa o game dinâmico deixando o jogador escolher qual estilo quer tomar, apesar de que muitas fases terminam com uma grande perseguição ou explosões bem no estilo 007.


Fugas e perseguições Alucinantes e até mesmo uma participação numa corrida de Rally Tudo isso digno de um filme de James Bond
Esse é um dos pontos altos do game as partes a bordo de algum tipo de veículo você poderá usar até um canhão para escapar de soldados enfurecidos como na fase do Peru ou até um Helicóptero como na fase no Egito, até mesmo perseguir um caminhão numa estrada movimentada em alta velocidade com sua moto... E se achou pouco você até participara de um campeonato de Rally com pódio e tudo mais, tudo isso da uma imersão muito maior no game deixando ainda mais com cara de um grande Filme do agende.



Chame um amigo para Jogar!!

Uma das coisas que temos que exaltar é o modo multiplayer local desse 007, ou seja, dois jogadores no mesmo console mesmo com a tela dividida na (vertical ou Horizontal) e não possuir a mesma historia do single player (pra falar a verdade nem possuir uma historia) e nem da para escolher James Bond para jogar ele se mostra um game bem divertido para passar o tempo exigindo o Maximo de cooperação dos jogadores, pois um só continua se o outro continuar esse modo também é extremamente difícil e a quantidade de vidas para cada missão são limitadas e vale para os dois jogadores.


Um game Cinematográfico!
Um dos pontos mais fortes do Jogo é seus gráficos ele possui um dos mais caprichados já visto no console da Sony principalmente se levarmos em conta a data de lançamento do game e reparamos que muitos games lançados recentemente não têm a metade de polimento que esse jogo possui, Em 007 Everything our Nothing as moldagens dos personagens são extremamente realistas com expressões faciais convincentes para época que o game foi lançado as moldagens dos carros e motos também não ficam atrás tiveram o mesmo polimento com reflexos de luz e com atenção em cada detalhe. Enquanto a sonoplastia nada de fenomenal os barulhos de explosões e tiros são convincentes as dublagens estão ótimas principalmente se levarmos em conta que foram atores de cinema que fizeram não dubladores especializados em jogos em relação à parte musical esta excelente alem da musica clássica dos filmes, a canção Everything our Nothing feita pela cantora Mya especialmente para o game deixa o jogo com mais cara de um filme do que propriamente um jogo.




Pensaram muito em fazer um game digno de um filme e esqueceram o mais importante a Jogabilidade.
Um ponto em que o game falha é a sua jogabilidade apesar se ser bem robusta com até a opção de cobertura em paredes etc., deixa a desejar por ser um pouco confusa e nada intuitiva muitas vezes você se confundira com os comandos principalmente nos combates corpo a corpo, já a jogabilidade em questão a condução de veículos também não é das melhores, mais levando em conta que games nesse estilo que usam esse artifício geralmente essas partes são bem frustrantes, esse 007 esta acima da media levando apenas um tempo de pratica para se acostumar, outro fator que deve desagradar alguns jogadores é sua mira por ser automática apesar q o jogador pode travar a mira no inimigo e escolher onde quer acertar só que isso faz com que o game perca um pouco de desafio e faz com que o jogador não aja livremente deixando a jogabilidade digamos. Travada!

007 Everything our Nothing é um game Eterno???
Com certeza sim principalmente para a própria franquia que estava carente de um jogo que valesse a pena desde o consagrado 007 Gondeneye e um game excelente que possui todos os elementos que consagraram o filme, apesar de sua jogabilidade um pouco confusa o game não faz feio principalmente no quesito gráfico e com certeza é o melhor jogo dos 007 no Playstation 2 que deveria ter um filme por sua historia excelente apesar de nada inovadora.


  • Notas:
  • Diversão: 9
  • Jogabilidade: 7,5
  • Gráficos: 10
  • Áudio: 9,5
  • Notal Final: 9

Burnout Revenge

Analise: Burnout - Revenge

Burnout para os que não conhecem é uma série de corrida desenfreada onde vale qualquer coisa para tirar o oponente da pista e chegar em primeiro. Os comandos são ao estilo arcade sem mostrar qualquer tipo de semelhança com simuladores e nem complicar muito, porém tudo que os comandos não possuem de realismo a corrida possui em dobro, bater em outro carro significa assistir uma bela de uma capotagem a centenas de quilômetros por hora, é tudo muito bonito, real e deixa qualquer jogador com os olhos arregalados na primeira batida. O melhor de tudo é saber que você pode usar o sistema de destruição ao seu favor, destruir os carros dos adversários nas batidas denominadas takedowns rende o aumento de uma barra de turbo, essa começa bem pequena e pode chegar até 4x seu tamanho original de acordo com o numero de takedowns que você fizer.


Para a felicidade dos mais insanos a barra pode ser cheia (não aumentada) de acordo com o numero de loucuras no trânsito, dirigirem na contra mão aumenta rapidamente a barra, passar perto de carros quase que encostando rende um pouco de turbo, fazer drifty também aumenta um pouco do turbo, agora que tal juntar tudo em um só? Tente fazer um drifty a 200/h, na contra mão e passando o mais perto possível dos carros, seu coração vai a mil, sua barra vai ficar cheia quase que instantaneamente e em questão de segundos aparecerá um adversário espertinho pronto para encostar-se à sua traseira e ver você capotar e atingir diversos veículos antes de retornar a pista e pegar o engraçadinho que agora estará com um sinalizador vermelho em cima do carro para você se vingar, para melhorar esses não é os únicos jeitos de se ganhar turbo, toda e qualquer ação insana que coloque o jogador em risco gera mais um pouco do turbo.


Os eventos estão divididos em uma escala de 1 a 10 de acordo com a dificuldade, onde em cada nível você encontra diversos tipos de eventos sendo eles: Race onde você deve ir do ponto A ao ponto B; Eliminator onde de tantos em tantos segundos o ultimo colocado é eliminado até restar somente o vencedor; Road Rage onde o objetivo é detonar o máximo de inimigos possíveis, aqui não há colocação e seu carro, diferente dos eventos citados anteriormente, tem um numero especifico de vezes que pode bater antes de ser eliminado; Trafic atack onde você dirige um carro com um timer que vai diminuindo e se chegar a zero você explode, o único jeito de se manter vivo é destruir veículos pequenos e médios evitando os maiores para acumular pontos e ganhar o troféu; Time atack onde você corre contra o tempo com um carro especial; e em fim o meu favorito Crash, nesse o game abandona todas as regras das corridas comuns e coloca o jogador para pilotar um carro que só pode, e deve colidir uma vez para causar um engavetamento, normalmente em uma avenida movimentada. Seus pontos são contados de acordo com o preço dos carros destruídos e a barra de turbo serve de bomba, uma vez cheia o jogador pode detonar o carro e ver todos em volta voarem em pedaços aumentando seus pontos.


O game é cheio de extras que são liberados conforme sua classificação nos eventos, liberando dezenas de carros diferentes. Em todos os eventos são dados troféus aos 3 primeiros e além dos troféus o jogador deve ganhar estrelas para passar de nível. As estrelas funcionam assim, durante a corrida ou evento uma barra mede seu nível de insanidade em 4 níveis, cada nível simboliza uma estrela, logo o 1° nível dá 1 estrela e o 4° quatro estrelas, porém ao final da corrida essas estrelas se juntam ao troféu adquirido dando mais uma estrela ao jogador se ele conseguir ouro, se conseguir prata o jogador fica com as estrelas conquistadas na partida e se for bronze o jogador perde uma estrela, sendo assim o melhor resultado conseguir 4 estrelas na partida e a medalha de ouro para o jogador conseguir 5 estrelas no total. As estrelas servem para o jogador subir de nível, lembra que os eventos estão divididos em 10 níveis? Então, você começa tendo acesso ao primeiro nível e conforme você ganha estrelas você sobe de nível e passa a ter acesso a novos eventos mais difíceis, se você for um bom jogador e pegar muitas estrelas pode liberar novos níveis de dificuldade antes mesmo de terminar o primeiro, sendo assim você nunca será obrigado a seguir uma ordem de eventos para terminar o jogo.


Os gráficos do game estão entre os mais bonitos do ps2, cada detalhe das batidas são representadas com muitos detalhes, como faíscas e estilhaços de vidros. Os cenários são baseados em locações reais, como os Alpes Europeus, Miami, Tókio e muitos outros, todos representados com muitos detalhes e características únicas. A parte sonora do game é daquelas que merece um belo Home Teather para poder escutar cada estilhaço de vidro caindo no chão apôs uma batida, as músicas são new metals (bandinhas americanas), músicas eletrônicas e algum rock pesado da nova geração, se encaixam bem ao estilo do game e mesmo quem não curte o gênero musical pode se divertir bastante, o único problema é que depois de tantas e tantas horas de jogo torna-se repetitiva as músicas, felizmente as músicas podem ser desativadas e o jogador pode jogar ouvindo somente os efeitos sonoros.



Em fim, o game é uma obra prima do ps2, aos que conhecem a série desde o primeiro game ou até mesmo do terceiro verão que foram feitas algumas modificações e melhorias gráficas, porém o game continua o mesmo, o que é muito bom e mostra que a série ainda tem muito fôlego, aqueles que nunca jogaram devem saber que embora todo o realismo nas batidas os comandos são dos mais simples possíveis e nem de longe podem ser comparados com os de Gran Turismo já que o foco do game é a destruição e a adrenalina.

Obs: Todas as imagens são de ps2

Warriors Orochi 2

Análise: Warriors Oroshi 2

Gênero: Ação
Desenvolvedora: Omega Force
Jogadores: Singleplayer e Muliplayer
Online: SIM
Plataformas: PS2, PSP e XBOX360

Olá pessoal fiz uma pequena análise do game "Warriors Oroshi 2".
O título é continuação do game de ação e combate do tipo talha-e-empilha que traz personagens tanto de Dynasty Warriors como de Samurai Warriors. O game, já lançado no fim de Abril de 2008 no Japão, coloca novamente os generais chineses e os xoguns japoneses para enfrentar o rei-serpente Orochi. Como novidade, há um quinto arco de história, que acompanha exatamente a trajetória do vilão, que pretende desvendar a trama sob o olhar do pivô da guerra.

Além disso, novos golpes foram acrescentados, como um ataque superpoderoso que envolve todo o trio
de lutadores – nesse game, o jogador elege três personagens, pode ser trocados a qualquer instante. Os
lutadores que estão na reserva, agora, podem ajudar o personagem principal. Isso é útil quando estiver sendo atacado, e evitar que os danos fiquem muito grandes com a continuidade da ofensiva.

O game também traz um modo chamado Dream Mode, que traz episódios isolados, sendo que os personagens são pré-determinados por fase Warriors Orochi 2, ainda traz uma série de modalidades multiplayer, inclusive uma corrida de cavalo.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

True crime streets of l.a

Análise: True Crime Streets of LA

Hoje vou falar de um dos jogos "clones" da série GTA, o game True Crime Streets of LA.



Desenvolvedora: Activision
Gênero: Ação Moderna
Lançamento: 3 de Novembro de 2003
Plataformas: PC, PS2, XBOX.
ESRB: Adulto










Com várias tentativas de jogabilidade que não deram certo o jogo é certamente mais uma cópia de GTA que infelizmente fracassou...




História:


No jogo, você assume o papel de Nick Kang um oficial de polícia de Los Angeles, que é suspenso por infrações não mencionadas ao longo do jogo.Ao mesmo tempo em que se considera apenas mais um "vagabundo" sem emprego, as máfias russas e as Tríades começam a agir juntas, e você é chamado de volta, sendo a esperança da LAPD.Ao longo do game, o personagem se vê em conspirações, e descobre o que realmente aconteceu a seu pai, que mal conhecia, e que era também um policial de Los Angeles.











Jogabilidade:


O jogo é uma cópia mal-feita de Grand Theft Auto, tem 240 milhas de Los Angeles com alto nível de precisão, exceto para o trafego, que é praticamente inexistente.Tentou inovar, com vários tipos de controles.Uma das coisas interessantes que notei, foi que ao jogar você pode acabar com crimes que acontecem aos seus olhos, por exemplo: se você vê alguém brigando, se você der um tiro na perna, você ainda é um policial bom, se matar a pessoa, você se torna um policial mau.Andando pela cidade, pode-se notar também, corridas ilegais, disputas a tiro, e assim por diante.








Gráficos:


Não tem gráficos que se possam dizer ótimos, pois se tratando de um console potente, como é o PS2, os produtores poderiam ter melhorado, e aprimorado seus gráficos, que no inicio são até legais, mais com o passar do tempo, começam a ser enjoativos.Seus carros parecem apenas um ponto que reluz aos nossos olhos, os personagens são representados ao máximo, com peças de roupas próprias, e características de voz únicas.








Som:


Sua sonorização podemos dizer que é fantástica, pois suas dublagens são bem feitas e com características inegáveis.Mas o melhor é o que passa nas rádios, pois conta com artistas consagrados sendo eles: Snoop Dogg, Ice-TThe DOC, Lil Eazy-E, Boogy Sly, RBX, Mausberg, Warren G, e Kam.

Opinião:


No final das contas ainda é considerado um jogo bom, que apesar de se apresentar como uma cópia de Gran Theft Auto tem também suas características.

Prós:

Trilha Sonora original e com grandes nomes do rap;
Enredo bom, mas que é estragado por um personagem pouco animador;
Submissões que podem animar mais do que sua história original
Contras:


Cópia de GTA que não foi bem feita; 
Gráficos ruins para o PS2


Notas: 


História: 8.0
Jogabilidade: 7.5
Gráficos: 7.0
Som: 10
Nota Final: 8.5

Tomb Raiden aniversary ( analise )

Análise: Lara Croft's Tomb Raider Anniversary






Desenvolvedora: Crystal Dynamics
Produtora: Eidos Interactive
Gênero: Aventura
Lançamento: 6 de Janeiro de 2007 (Europa) e 6 de Maio de 2007 (EUA)








Olá Galera desculpem-me por não postar a algum tempo mais aqui estamos de novo com esse jogo q muitos aqui acham o melhor Ramake ja lançado para os Consoles. Então vamos la.

Admito que eu tinha várias reservas de fazer a análise deste jogo. O motivo é muito simples: eu nunca joguei o original. Isso não atrapalhou minha experiência de jogo, nem me impediu de adorá-lo, mas esse detalhe pesa muito na hora de fazer uma análise. Uma BOA análise. voltando a análise.

Tomb Raider nasceu em 1996, portanto, em 2007 a série completou 11 anos. Estranho lançar uma edição comemorativa de 11 anos, mas explica-se porque Anniversary teve vários atrasos, então estava, ao menos, PLANEJADO pra ser lançado no décimo ano da franquia. Deixa quieto. Tomb Raider nasceu da vontade de fazer um jogo de ação e exploração, ao estilo de Indiana Jones, com chicotes e tudo o mais, porém em 3D, que era algo novo na época. Na verdade, o conceito original do personagem estava tão próximo do Indiana, que tiveram que bolar algum jeito de não parecer plágio. Daí o criador teve uma idéia genial: "Ei, se é pra ver a bunda de alguém durante várias horas, eu prefiro que seja de uma mulher bonita!". E assim nascia Lara Croft.: Tomb Raider foi considerado inovador na época, pois era um jogo de tiro, mas você via a pessoa que estava atirando. Se não foi o, foi um dos primeiros jogos de tiro em terceira pessoa. Ou assim ele era comercializado. A verdade é que a ação é mero coadjuvante em qualquer jogo Tomb Raider (qualquer jogo BOM de Tomb Raider), a verdadeira graça do jogo está na exploração, na aventura, na resolução de enigmas...você passa horas sem dar um único tirinho, e quando dá, é por um brevíssimo momento. E não sente falta nenhuma. Anniversary é mais um remake de Tomb Raider Legend do que do Tomb Raider original (tanto que no Xbox 360, Anninversary foi vendido na Xbox Live como expansão de Legend). Foi usada a mesma engine para gráficos, para jogabilidade, enfim, pra tudo. Só maquiaram com a roupagem e a história do original. Mas, e daí? Os gráficos e a jogabilidade são EXCELENTES e eu quero é mais!

Gráficos é a mudança mais óbvia entre Anniversary e o Tomb Raider original, e agora temos uma Lara Croft menos quadrada e cenários ainda mais lindos e mais amplos. O que impressiona é o detalhismo: Lara muda as expressões faciais quando anda agachada, quando é ferida, quando nada, quando está pendurada em beiradas...E quando você sai da água, a roupa e os cabelos de Lara estão molhados, sua pele está reluzente e os pingos d'água caem no chão de seu corpo. O jeito que sua trança se move conforme você se movimenta...enfim, é algo lindo de se ver. Os cenários, então, são mais magníficos ainda: vastos, enormes, imensos! Cada detalhe é possível de se ver ao longe, ou chegar mais perto pra ver melhor. As folhas das árvores, as rochas, cada tijolinho das construções antigas...Tudo isso sem ser atrapalhado por nenhum loading sequer, correndo numa fluidez absurda. Por causa desse grande detalhismo, demora um tempo pra você pegar o "espírito" do jogo, pois você pensa será que aquela fenda na parede é escalável, ou é só parte decorativa do cenário? E acredite: tudo é interativo.

Quando terminar de babar, você pode sair pra explorar. Tem quatro grandes fases neste jogo: Peru, Egito, Grécia e Atlântida, exatamente como no original. O impressionante é que quando você muda de país é a única vez que o cenário "pula" de um lugar pra outro. Dentro das fases, é tudo interligado, mantendo um ritmo constante. A história permanece 99% inalterada do jogo original, e fala sobre a busca de Lara pelo artefato chamado Scion. Não posso dizer exatamente porquê ela está procurando isso porque eu não prestei atenção. Essa é a *mágica* do jogo: a história não é nem um pouco importante. Tem cenas de animação normalmente só quando você vai de um país pra outro; enquanto você está dentro de um cenário, é jogo puro, sem interrupções. Como eu disse antes, a exploração se destaca mais do que qualquer outra coisa no jogo, e você se sente atraído por explorar, por subir mais alto, por resolver enigmas. Mesmo nalgumas cenas, o ritmo não pára: uma das formas que o século 21 recebeu Lara Croft foi apresentando o conceito de cenas interativas, exatamente igual a Resident Evil 4. Durante o video, o jogo te pedirá para apertar determinado botão em determinados momentos, e caso falhe, é Game Over, não deixando você abaixar o controle um segundo sequer! Outro fator moderno introduzido na jogabilidade foi o gancho, diretamente tirado de Tomb Raider Legend. Ele serve pra se pendurar e para puxar coisas longe de você. Muitos quebra-cabeças do jogo exigem o uso do gancho, então não pense que será um jogo fácil só porque você decorou os quebra-cabeças do jogo original. Porém, ao mesmo tempo que o gancho acrescenta melhorias à jogabilidade, trás consigo defeitos. Em determinados momentos, haverá lugares nas paredes para prender o gancho e você correr pela parede pendurado (sim, Prince of Persia total). Com isso, você pode realizar o "wall jump", que é um movimento onde Lara dá um pulo em 90° na direção oposta à parede. O problema é que a medida que você vai de um lado pro outro da parede, a câmera te acompanha e muda de posição constantemente. Portanto, o jogo sempre muda a noção de "oposto" conforme você anda pela parede, e você vai falhar fatalmente algumas vezes antes de obter êxito em pular. E eu quero dizer NAQUELE SALTO EM ESPECÍFICO, quando você for fazer outro wall jump, vai ter que se adaptar todo de novo.
Não, Wall Jump não é nada disso.

Esse tipo de ação acrobática sempre foi mais importante do que a ação de combates em Tomb Raider, e Anniversary amplia isso, mesclando a ação acrobática com os combates! Vamos falar sobre esses combates: você começa com as duas pistolinhas icônicas da Lara com munição infinita, e ganha mais a Shotgun (escopeta) no decorrer da história. Ainda tem mais duas armas que você acha na base da exploração (e estão bem escondidas, então é melhor procurar direito!). Essas outras armas tem munição limitada, mas a munição é abundante, então não há muito problema. Enquanto atira, você pode usar das artes malabares de Lara pra esquivar dos ataques dos inimigos, mas esse sistema também foi atualizado e melhorado: quando o combate se intensifica, o inimigo faz uma investida especial contra você e a tela ficará embaçada. Nesse momento, o jogo entra em câmera lenta e você deve se esquivar e atirar na hora certa para desferir um "headshot" no inimigo. É um sistema de batalha muito emocionante, e é EXTREMAMENTE necessário nas batalhas contra os chefes. Batalhas essas, aliás, muito originais, contra chefes muito inspirados.


E, claro, falta a parte mais importante do jogo: os quebra-cabeças! Mas, não dá pra falar deles em separado, porque a sua beleza é que eles se mesclam ao cenário de tal forma que fica impossível não se maravilhar. Acionar quatro alavancas é o quebra-cabeça, ou CHEGAR onde elas estão que é? Eu preciso fazer a água subir pra poder alcançar aos altares onde estão escondidos os botões que abrem passagem pra as salas onde está o mecanismo de acionamento para a porta que me leva ao quebra-cabeça que me dará um pedaço do Scion, ou tudo isso foi um enorme quebra-cabeça? Afinal, devo avaliar as ruínas de cada país como cenários com quebra-cabeças, ou será que TUDO é um enorme enigma cuja resposta é uma só? E a pergunta mais importante: ONDE ESTÁ A MALDITA TERCEIRA ENGRENAGEM??? Diacho, até os CHEFES entram nessa confusão, pois, matar um dos chefes é o único jeito pra você conseguir um caminho para avançar lugares avançados da fase! (não, não tive um momento "Master of The Obvious ", no sentido que você deve batalhar com o chefe pra seguir caminho...o chefe, em si, É o caminho!)

O Aniversário da Incursora de Tumbas de Lara Croft prova que quem já foi rainha, nunca perde a majestade. Tomb Raider começou, o 2 ampliou, o 3 começou a capengar, Angel of Darkness foi o fundo do poço, Legend se arriscou com cara e coragem, e Anniversary vem pra fixar Tomb Raider pra sempre no rol dos bons jogos de videogame e Lara Croft como um dos ícones da cultura popular moderna. A fórmula atemporal da franquia conseguiu o que parecia impossível: atualizou-se e melhorou. Sonic, está anotando?

NOTA: 9,0

Vale a pena?
Aventura e exploração da melhor qualidade, e de brinde tem belos gráficos e uma gostosa com uma automática em cada mão.

Não vale a pena?
A praticamente ausência de combates, e a grande dedicação que os quebra-cabeças exigem podem afastar alguns...

007 Quantum of solace ( analise )

Analise: 007 Quantum of Solace

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O agente secreto mais famoso de todos os tempos retorna aos games em Quantum of Solace. O jogo, inspirado no 22º filme do espião, apresenta diversas novidades em relação aos seus predecessores e abrange também momentos de Casino Royale, o predecessor da versão cinematográfica que impõe o título ao jogo.

Em Quantum of Solace você encarna James Bond, que é interpretado por David Craig nas telonas e nos consoles, e deve realizar diversas missões em locais como Bolívia, Madagascar, Miami, Londres, Montenegro e Siena. Para isso, você terá de combater diversos perigosos inimigos — agora com inteligência artificial reformulada — contando com um novo sistema de cobertura.

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Com foco em FPS (First Person Shooter), Quantum of Solace segue a mesma fórmula de seus antecessores, entretanto, algumas inovações foram adicionadas. Utilizando a mesma engine do aclamado Call of Duty 4 , Solace apresenta momentos em que a câmera aparece na perspectiva de terceira pessoa, com o objetivo de facilitar a visão dos oponentes de Bond. Além disso, alguns momentos intensos também usufruem desta percepção.

Cenas chave dos filmes, como a perseguição no alto de prédios entre James Bond e Mollaka, estão presentes no game, incluindo ações de contexto com o intuito de deixar o jogador ainda mais intrigado com o game. Em algumas partes do jogo, Bond terá de estrangular, socar e até mesmo desarmar alguns inimigos valentões. Para realizar estes tipos de eventos, o jogo oferece ações dinâmicas em que o player deve apertar precisamente os botões instruídos na tela.

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Disponível para Xbox 360, Nintendo Wii, PlayStation 3, PlayStation 2, DS e PC, o game revive momentos cinematográficos com muita ação por conta do agente especial mais charmoso de todos os tempos.

04 de Novembro de 2008 foi o dia do lançamento do jogão